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Projeto disponibiliza plataforma gratuita que transforma peça teatral em ferramenta educacional interativa

A experiência transformadora de "O Racismo no Banco dos Réus" ganha novas dimensões com o lançamento da Plataforma Brado Negro

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A experiência transformadora de “O Racismo no Banco dos Réus” ganha novas dimensões com o lançamento da Plataforma Brado Negro (educa.bradonegro.com/login). O projeto, que em novembro de 2024 levou às escolas públicas do Distrito Federal uma poderosa combinação de teatro profissional e participação estudantil, agora se consolida como ferramenta pedagógica nacional, graças ao apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF.

O ponto de partida da iniciativa foi a peça escrita pela professora e advogada Ana Flauzina, que recria o caso de Francisco – último escravizado condenado à pena de morte no Brasil (Pilar/AL, 1876). Encenada por atores profissionais, em três instituições de ensino, a obra serviu como catalisador para um dos momentos mais impactantes: após cada apresentação, os estudantes assumiram o papel de jurados, ao debater e decidir coletivamente o veredito sobre o caso. Essa dinâmica inovadora, que mistura arte, educação e ativismo, gerou discussões profundas sobre racismo, justiça e sistema carcerário.

A experiência transformadora de "O Racismo no Banco dos Réus" ganha novas dimensões com o lançamento da Plataforma Brado Negro

Agora, a Plataforma Brado Negro preserva e amplia essa experiência. No ambiente digital, educadores e estudantes de todo o país encontram não apenas os registros completos das apresentações – com fotos, vídeos e depoimentos do elenco, professores e dos próprios alunos-jurados – mas também um rico acervo de materiais pedagógicos. Artigos, dados estatísticos, referências bibliográficas, e até questões de vestibular, compõem esse arsenal contra o racismo.

“Esta plataforma vai além de guardar memórias – ela é um chamado para transformação”, destaca Ana Flauzina. A autora explica que estão em desenvolvimento materiais didáticos completos para que escolas de todo o país possam, em breve, encenar a peça e realizar os júris simulados com autonomia. “Queremos que essa experiência de reflexão coletiva sobre justiça racial não se limite a datas específicas, mas se torne parte constante do processo educativo”, complementa.

SERVIÇO – Plataforma Brado Negro

Link de acesso: educa.bradonegro.com/login

Realização: Associação Tocaia
Apoio: FAC/DF

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Última atualização em: 25 de maio de 2025 às 19:51

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