Publicidade

‘A Estação’, longa de Cristina Maure, coproduzido por Brasil e Uruguai, estreia nos cinemas dia 13 de junho

O filme é uma viagem pelo tempo de espera e tem no elenco a atriz uruguaia Jimena Castiglioni, Rodolfo Vaz e Eid Ribeiro, atores do teatro mineiro
A Estação, longa de Cristina Maure, coproduzido por Brasil e Uruguai, estreia nos cinemas dia 13 de junho

Publicidade

Quando Sofia, uma mulher misteriosa, chega caminhando à estação “Vila Clemência” na esperança de pegar um trem, não imaginava o curso que sua vida tomaria. Assim começa A Estação, primeira ficção da diretora mineira Cristina Maure, rodado durante a pandemia, e que chega aos cinemas brasileiros em 13 de junho.

Cris Maure explica a saga de Sofia, com uma analogia à vida. “O filme fala do acaso, do pouco controle que temos sobre o nosso próprio percurso, dos confinamentos humanos. De como mesmo planejando cada passo, podemos acabar trilhando caminhos nunca antes imaginados.” 

O filme começa a partir de um encontro da diretora com a Jimena Castiglioni, onde nasce a vontade de fazerem um filme de personagens marcantes, das inquietudes e esquisitices humanas que permeiam as existências e da certeza da falta de qualquer controle da vida. O processo levou quase 10 anos, com uma interrupção na pré-produção em 2020 com a pandemia. Enquanto isso, a diretora e Luciana Baseggio, fotógrafa, se debruçaram sobre o roteiro, escrito por Cristina com Jimena Castiglioni e Joana Oliveira, para desenhar o conceito e linguagem que pudessem contribuir e comungar com a história, em inúmeros encontros, decupando cada cena, e inevitavelmente, incluindo a quarentena no clima cinematográfico, no roteiro e na estética.

A Estação, longa de Cristina Maure, coproduzido por Brasil e Uruguai, estreia nos cinemas dia 13 de junho

 

O elenco é outro destaque do filme. Com nomes provenientes do teatro mineiro como Rodolfo Vaz, Eid Ribeiro, Magdale Alves, Docy Moreira, Bruna Chiaradia, Pedro Lanna e Eliseu Custodio e Jimena Castiglioni, há 20 anos no Brasil. No elenco tem também o ator mirim Katu Sanglard e o Rafael Martini, compositor mineiro, que assina a trilha musical também junto ao músico uruguaio Hugo Fattorusso. 

O filme é uma coprodução entre Brasil e Uruguai e para Jimena, conseguir concretizar a parceria entre Brasil e Uruguai é um sonho antigo, já que ela é uruguaia e mora no Brasil há 21 anos. Ela sente que os dois países têm muito para trocar esteticamente, mas esse fluxo ainda não acontece muito. “Encontramos a Natacha, produtora e sócia da Lavoragine Filmes, que se apaixonou pelo projeto desde o começo, quando ainda era uma primeira versão do roteiro. Ela gostou da história, e de ser um projeto conduzido basicamente por mulheres. Após algumas tentativas de editais, entendemos que o melhor desenho para o projeto seria finalizar ele no Uruguai. Para isso, a Natacha tinha uma equipe de total confiança e qualidade artística. Ela trouxe o Guillermo Casanova, sócio também da Lavoragine, que montou o filme em um período de imersão no Uruguai junto com Jimena e Cristina. E trouxe também o Hugo Fattorusso, considerado um dos melhores acordeonistas do mundo, além de exímio compositor. ” 

            

Publicidade

Última atualização em: 6 de junho de 2024 às 12:58

Siga-nos no

Google News

Compartilhe :

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp

Deixe um comentário

Área para Anúncios

Seus anúncios aqui (área 365 x 300)

Publicidade

Matérias Relacionadas

Se inscreva na nossa Newsletter 🔥

Receba semanalmente no seu e-mail as notícias e destaques que estão em alta no nosso portal

Categorias

Publicidade

Links Patrocinados