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“Yellow Cake”, de Tiago Melo, abre o festival Olhar de Cinema com sua primeira exibição no Brasil

“Yellow Cake”, de Tiago Melo, abre o festival Olhar de Cinema com sua primeira exibição no Brasil

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Estrelado por Rejane Faria (“Marte Um”), Tânia Maria (revelação de “O Agente Secreto”) e Valmir do Côco (“Azougue Nazaré”), “Yellow Cake”, de Tiago Melo (“Azougue Nazaré”), terá sua primeira exibição em solo brasileiro no festival Olhar de Cinema (4 a 13 de junho), onde será o filme de abertura. A sessão ocorre na noite de 4 de junho, no tradicional teatro Ópera de Arame, e marca mais um importante ponto na trajetória do filme, que, após estrear no Festival de Roterdã, já tem presença confirmada em outros dois festivais internacionais: Bildrausch Filmfest Basel (13 a 17 de maio), na Suíça, e Los Angeles Latino International Film Festival (27 a 31 de maio), nos Estados Unidos.

“Estrear no Brasil como filme de abertura do Olhar de Cinema é muito especial pra mim. Vai ser uma alegria apresentar o filme na Ópera de Arame, para uma plateia de 1.500 pessoas, a maior até agora, e estou muito ansioso para sentir a reação do público brasileiro,” declara o diretor Tiago Melo.

Ambientado em Picuí, situada em uma região conhecida por ter “Terras Raras”, na Paraíba, “Yellow Cake” leva ao cinema o universo particular desta cidade marcada por garimpos e histórias envolvendo minerais como tântalo, nióbio e urânio. A presença da mineração também faz parte do imaginário da cidade, dando origem a histórias sobre mutações e contaminações por esses elementos, que, por sua vez, contribuem para o universo fantástico explorado no longa. A trama acompanha Rúbia Ribeiro (Rejane Faria), uma cientista nuclear envolvida em um projeto secreto para erradicar o Aedes aegypti utilizando urânio extraído da região. Uma trama que já vem sendo abraçada pela crítica especializada, e deve fazer sua estreia no circuito comercial brasileiro no segundo semestre de 2026.

“Yellow Cake” é uma produção da Lucinda Filmes, Urânio Filmes e Jaraguá Produções, com coprodução da Cinemascópio e Olhar Filmes. A distribuição nos cinemas brasileiros fica por conta da Olhar Filmes. O filme foi realizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, do Funcultura, Sic Recife e Lei Paulo Gustavo, e conta com premiação do edital do BNDES para distribuição, além de recursos do Funcultura também para comercialização.

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Última atualização em: 11 de maio de 2026 às 10:50

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