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Artista do complexo do Chapadão, JOTA, abre nova exposição no centro do Rio de Janeiro

JOTA abre sua mais recente exposição, “Amor Ódio”, no MT Projetos de Arte, no Centro Histórico do Rio de Janeiro, depois de participar de uma mostra individual em Milão. As obras poderão ser vistas até 18 de outubro. Com curadoria do jornalista, escritor e roteirista Dodô Azevedo, reúne mais de 25 obras inéditas em diferentes formatos, que vão de pequenas dimensões (10x10cm) a grandes composições (150x150cm). O espaço fica aberto para visitação de terça a sábado, de 11:00 às 18:00. O artista JOTA também integra a coletiva "FUNK: Un cri de Liberté", na Maison Folie Wazemmes, em Lille, em cartaz até o dia 21 deste mês como parte do calendário de comemorações do ano do Brasil na França. JOTA já participou de duas mostras em São Paulo - "Histórias Brasileiras", no Museu de Arte de São Paulo (MASP) e "Dos Brasis", inaugurado no SESC- Belenzinho-SP, além de exposições individuais na UNFAIR 22, na Holanda, e na Artrio de 2022. Criado e residente no Complexo do Chapadão, JOTA constrói sua obra a partir da tensão entre amor e ódio, revelando a convivência de afetos e violências no mesmo território. Suas pinturas transitam entre a energia coletiva dos bailes e a brutalidade da violência policial e do tráfico. Segundo, Dodô Azevedo, o trabalho de JOTA se mantém alimentado pela poderosa atmosfera do Complexo do Chapadão, onde foi criado e ainda vive. Suas composições compreendem o amor e o ódio entremeados e manifestados no mesmo espaço, em diferentes cenas e momentos. Envolvem, ao mesmo tempo, existir e sentir onde atravessam a pulsante alegria do baile e a violência policial e do tráfico. "JOTA mostra tanto o pôr do sol sobre os barracos quanto as paredes marcadas por balas; tanto os namorados na laje quanto o olhar de quem atravessa a rua com medo de não voltar. Sua arte é como um díptico: de um lado, o afeto bruto; do outro, a raiva justa. Separar um do outro seria mutilar o sentido", escreve o curador.

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JOTA abre sua mais recente exposição, “Amor Ódio”, no MT Projetos de Arte, no Centro Histórico do Rio de Janeiro, depois de participar de uma mostra individual em Milão. As obras poderão ser vistas até 18 de outubro. Com curadoria do jornalista, escritor e roteirista Dodô Azevedo, reúne mais de 25 obras inéditas em diferentes formatos, que vão de pequenas dimensões (10x10cm) a grandes composições (150x150cm). O espaço fica aberto para visitação de terça a sábado, de 11:00 às 18:00. O artista JOTA também integra a coletiva “FUNK: Un cri de Liberté”, na Maison Folie Wazemmes, em Lille, em cartaz até o dia 21 deste mês como parte do calendário de comemorações do ano do Brasil na França.

Artista do complexo do Chapadão, JOTA, abre nova exposição no centro do Rio de Janeiro
Deus abençoe 

JOTA já participou de duas mostras em São Paulo – “Histórias Brasileiras”, no Museu de Arte de São Paulo (MASP) e “Dos Brasis”, inaugurado no SESC- Belenzinho-SP, além de exposições individuais na UNFAIR 22, na Holanda, e na Artrio de 2022.

Criado e residente no Complexo do Chapadão, JOTA constrói sua obra a partir da tensão entre amor e ódio, revelando a convivência de afetos e violências no mesmo território. Suas pinturas transitam entre a energia coletiva dos bailes e a brutalidade da violência policial e do tráfico.

Artista do complexo do Chapadão, JOTA, abre nova exposição no centro do Rio de Janeiro
Pra toda vida 

Segundo, Dodô Azevedo, o trabalho de JOTA se mantém alimentado pela poderosa atmosfera do Complexo do Chapadão, onde foi criado e ainda vive. Suas composições compreendem o amor e o ódio entremeados e manifestados no mesmo espaço, em diferentes cenas e momentos. Envolvem, ao mesmo tempo, existir e sentir onde atravessam a pulsante alegria do baile e a violência policial e do tráfico. “JOTA mostra tanto o pôr do sol sobre os barracos quanto as paredes marcadas por balas; tanto os namorados na laje quanto o olhar de quem atravessa a rua com medo de não voltar. Sua arte é como um díptico: de um lado, o afeto bruto; do outro, a raiva justa. Separar um do outro seria mutilar o sentido”, escreve o curador.

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Última atualização em: 28 de setembro de 2025 às 9:56

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