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Itaú Cultural realiza ‘Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas’ durante o mês de fevereiro

Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas é uma atividade paralela à instalação Introdução à história da arte brasileira 1960-90, obra do artista visual pernambucano Bruno Faria, em cartaz no 2º andar do IC
Itaú Cultural realiza 'Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas', durante o mês de fevereiro

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Nos dias 7 e 8 de fevereiro (sábado e domingo, respectivamente), às 15h, o Itaú Cultural realiza Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas, atividade em sinergia com a instalação Introdução à história da arte brasileira 1960-90, obra do artista pernambucano Bruno Faria em cartaz no 2º andar do IC. A oficina convida os participantes a criarem sua própria capa de LP, inspirados pelos variados discos de vinil expostos na instalação e pelos músicos e artistas visuais negros que atravessaram a cultura brasileira desse período.

Como tudo no Itaú Cultural, a atividade é gratuita. Para participar da oficina, que oferece 20 vagas, é necessário fazer inscrição pelo formulário disponível a partir desta terça (3), às 12h, no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br). Se houver ainda vagas disponíveis, o público pode fazer a inscrição presencialmente, no balcão de atendimento do IC, meia hora antes do início da oficina. A programação conta com acessibilidade em Libras.

Itaú Cultural realiza 'Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas', durante o mês de fevereiro
Crédito: Lucas Nave

Introdução à história da arte brasileira 1960-90 tem como proposta dar luz ao trabalho artístico existente nas capas de discos de vinil, que passa despercebido pela maioria do público. Na obra, Bruno Faria reúne artisticamente 168 icônicos discos brasileiros lançados entre as décadas de 1960 e 1990 – de Gilberto Gil, Elza Soares, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa e Titãs, entre outros –, que foram desenvolvidas por artistas como Hélio Oiticica, Guto Lacaz, Regina Vater, Décio Pignatari, Samico e Rubens Gerchman.

Partindo desse universo, Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas propõe um recorte especial: as referências e influências dos corpos e da cultura negra na arte brasileira, presentes tanto na música quanto nas imagens das capas. Assim, a oficina, ministrada pelos educadores Julia Fernandes e Matheus Maia, do núcleo de Mediação Cultural do IC, começa com uma visita guiada à instalação, na qual o grupo é convidado a observar, escutar e conversar sobre discos de artistas negros que atravessaram momentos fundamentais da música brasileira, como Elza Soares, Itamar Assumpção e Milton Nascimento. A visita também aborda referências das artes visuais como Arthur Bispo do Rosário e movimentos artísticos como a Bossa Nova e a Tropicália.

A partir desse mergulho, os participantes podem criar sua própria capa de vinil, acionando suas memórias, referências pessoais e narrativas coletivas e individuais. Mais do que pensar a capa como embalagem, Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas convida a compreendê-la como linguagem, arquivo e gesto artístico, nos quais imagem e som se encontram para contar histórias.

Introdução à história da arte brasileira 1960-90 fica em cartaz até 15 de fevereiro, no piso 2 do Itaú Cultural. No local, o visitante pode, ainda, retirar um livreto feito especialmente para a instalação, em formato de capa de disco, que reúne a lista de todos os 168 discos expostos, com nome do álbum, artista, ano e autor da capa.

SERVIÇO

Memória Negra em Vinil: Oficina de Criação de Capas, com educadores do IC

7 e 8 de fevereiro (sábado e domingo, respectivamente), às 15h

Local: piso 2 do Itaú Cultural

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Duração: aprox. 180 minutos

20 vagas

Entrada gratuita. Inscrição via formulário disponível no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br). No caso de vagas remanescentes, a inscrição pode ser feita no balcão de atendimento do IC, meia hora antes da atividade.

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, próximo à estação Brigadeiro do metrô

Terça a sábado, das 11h às 20h

Domingos e feriados, das 11h às 19h

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Última atualização em: 7 de fevereiro de 2026 às 17:32

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