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Thalma de Freitas indica ao Pretessências cinco álbuns e cinco obras audiovisuais que você precisa conhecer

Thalma de Freitas indica ao Pretessências cinco álbuns e cinco obras audiovisuais que você precisa conhecer

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Thalma de Freitas é um talento lapidado desde a infância. Sempre prezou pelo amor às artes, a renomada atriz, cantora e compositora brasileira é filha do lendário pianista, tecladista, maestro, e compositor Laércio de Freitas, sendo esse fato crucial para a trajetória de Thalma ao desenvolver suas múltiplas facetas artísticas.

Nascida em 14 de maio de 1974, no Rio de Janeiro, Thalma de Freitas explora em sua carreira musical uma variada gama de gêneros que incluem samba, bossa nova, soul jazz, afro-brasilidades e música eletrônica. Essas experimentações sonoras podem ser conferidas em trabalhos como o EP “Thalma de Freitas” (2004) e o aclamado álbum “Sorte!” (2019), feito em parceria com o norte-americano John Finbury. Por este trabalho, a dupla foi indicada ao Grammy Awards de Melhor Álbum de Jazz Latino em 2020, com Thalma sendo a única brasileira representante do país a competir neste ano. Como crooner, a diva gravou o ótimo “Carnaval Só no Ano que Vem”, da Orquestra Imperial, mostrando toda sua versatilidade vocal.

Atriz talentosa, Thalma de Freitas atuou em dezenas de obras de teatro, cinema e TV. Ela foi uma das protagonistas do longa O Xangô de Baker Street (2001) e, posteriormente, em 2004, interpretou Maria da Ajuda em As Filhas do Vento, filme dirigido por Joel Zito Araújo, com elenco recheado de grandes estrelas negras como Léa Garcia, Taís Araújo, Ruth de Souza e Rocco Pitanga. Sua performance lhe rendeu o Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado.

Pedimos para Thalma indicar cinco livros e cinco obras audiovisuais que considera marcantes em sua vida. Confira abaixo a lista!
Ábuns

Essa playlist tem 5 álbuns que realmente ouvi inteiros no modo repetição por anos, em fases diferentes da vida.

Os Saltimbancos – Varios artistas (1977)

Saltimbancos’ é o primeiro hit da infância. Sei todas as falas de cor até hoje. Essa história formou minha primeira consciência política. Inclusive, assisti à peça original no teatro – é uma das minhas memórias mais queridas e antigas.

Thalma de Freitas indica ao Pretessências cinco álbuns e cinco obras audiovisuais que você precisa conhecer

Elis & Tom – Elis Regina e Tom Jobim (1974)

‘Tom & Elis’ é um grande clássico. Meus pais eram amigos da Elis, e minha mãe era completamente apaixonada por ela: sua força, seu talento enorme e seu posicionamento político. A técnica vocal da Elis e o bom gosto na escolha de repertório são fundamentais para a minha geração!

Cru – Seu Jorge (2004)

Conheci Seu Jorge em 95, ainda cantando com o Farofa Carioca. O álbum ‘Cru’ ainda é o meu predileto, justamente por mostrar, de forma simples, a genialidade das composições, da voz, do estilo e do borogodó. Um álbum perfeito!

Olho de Peixe – Lenine (1993)

Outro álbum que sei de cor é ‘Olho de Peixe’, do Lenine – uma obra-prima! Assisti ao show umas seis vezes. Lenine e Marco Suzano, imbatíveis: arranjos super sofisticados para uma dupla, um bom gosto tremendo. As letras do Lenine me inspiram demais – sou muito fã!

Tanto Tempo – Bebel Gilberto (2000)

E, finalmente, o primeiro álbum da Bebel Gilberto, produzido por Mitar Subotic (Suba), que tive o prazer de conhecer. Ele foi um músico sérvio que, no início dos anos 90, começou a misturar eletrônico com sonoridades da música brasileira e produziu este álbum super pop e, ao mesmo tempo, experimental da Bebel. Ela ficou famosa mundialmente por ele e definiu toda uma nova onda para a época – um grande clássico contemporâneo.

Confira a playlist montada por Thalma de Freitas para o Pretessências
5 obras audiovisuais

Wakin Life

Amo animação com todas as minhas forças, e Waking Life me deixou hipnotizada! O filme tem um forte teor filosófico e um design único que mistura filmagem com animação – uma viagem inesquecível, que assisti diversas vezes.

Paprika

Outra animação genial – daquelas que fritam os miolos e são visualmente estonteantes – descobri na pandemia. Acho que já devo ter visto umas 10 vezes!

Ghost in the Shell

Maravilhoso! Um clássico! Meu sci-fi favorito, super pertinente para os tempos atuais, com essa fusão entre tecnologia e biologia… Quem sabe não seja um filme premonitório? (Ainda bem que não chegamos lá… ou será que já estamos chegando?).

Queria incluir As Viagens de Chihiro (obra-prima!), mas meu foco aqui são filmes brasileiros – nosso cinema também tem pérolas futuristas e reflexivas!

Pataki

O curta Pataki, da Everlane Moraes, me deixou chocada! A narrativa lúdica, a fotografia impecável… Esse trabalho (com o qual ela se formou na faculdade de cinema em Cuba) é, pra mim, uma das grandes referências do cinema nacional atual.

Marte Um

Que preciosidade de filme! Saí do cinema depois de assistir ‘Marte Um’ e precisei caminhar por um tempo, tomar ar, chorar de alegria e alívio: uma família preta funcional e linda, sendo íntegra, autêntica, sonhando alto e longe, sentindo tudo intensamente. Direção perfeita do Gabriel Martins, que alcançou sucesso internacional merecidamente. Que sorte a nossa!

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Última atualização em: 9 de outubro de 2025 às 11:13

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