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Após ótimo show em São Paulo, Avenged Sevenfold é anunciado como headliner do Rock in Rio, que também terá a estreia de Bring Me The Horizon

Em 5 de setembro, o festival reúne dois dos nomes mais influentes do rock contemporâneo
Após ótimo show em São Paulo, Avenged Sevenfold é anunciado como headliner do Rock in Rio

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 No dia 5 de setembro, o Palco Mundo terá como headliner uma das bandas mais importantes do metal contemporâneo, além de uma atração de peso que faz sua estreia no festival. Após protagonizar um show memorável há uma semana, no Allianz Park, o Avenged Sevenfold vai encerrar as apresentações do Dia do Rock A data também conta com a primeira vez do Bring Me The Horizon no festival. Também subindo ao Palco Mundo, o grupo é um dos nomes mais bem-sucedidos e inovadores do rock mundial atual. O show ganha contornos ainda mais especiais pela relação próxima do grupo com o Brasil, fortalecida pelo vocalista Oliver Sykes, que vive no país e já declarou publicamente sua conexão e paixão pela cultura brasileira. Donas de trajetórias marcadas por reinvenção, intensidade e impacto global, as duas bandas representam diferentes vertentes do rock pesado, conectadas pela capacidade de dialogar com públicos massivos sem abrir mão de identidade, ousadia artística e relevância cultural.
 

Para uma legião de seguidores devotos ao redor do mundo, o catálogo do Avenged Sevenfold faz parte do DNA do hard rock atual, funcionando como uma trilha sonora em constante evolução que redefine o metal moderno. A banda é conhecida por sua integração visionária de tecnologia, modelos de ingressos focados no fã e produção criativa em grande escala. Considerado um dos principais nomes e uma das bandas mais influentes do metal americano contemporâneo, o grupo formado por M. Shadows, Synyster Gates, Zacky Vengeance, Johnny Christ e Brooks Wackerman construiu uma carreira definida por um poderoso talento musical, canções inovadoras e uma reputação de reinvenção, ambição e performances ao vivo incríveis.

Já o Bring Me The Horizon, indicado ao BRIT Awards e ao Grammy, com múltiplos discos de platina e com um show esgotado em São Paulo na sua última vinda ao Brasil, chega ao Rock in Rio como um dos nomes mais bem-sucedidos e inovadores do rock mundial atual, somando mais de cinco milhões de álbuns vendidos. Formada em 2004, a banda britânica se consolidou como uma das forças criativas mais relevantes da música pesada contemporânea. Liderado pelo vocalista Oliver Sykes, ao lado de Lee Malia (guitarra), Matt Kean (baixo) e Matt Nicholls (bateria), o grupo iniciou sua trajetória no deathcore e no metalcore, chamando atenção pela intensidade sonora e pela força emocional de suas letras. Ao longo dos anos, passou por uma transformação artística marcante, incorporando elementos de metal alternativo, rock alternativo, música eletrônica e pop, ampliando seu alcance e rompendo barreiras de gênero.

Após ótimo show em São Paulo, Avenged Sevenfold é anunciado como headliner do Rock in Rio
Bring Me The Horizon
Crítica do show do Avenged Sevenfold em São Paulo

Avenged Sevenfold enche Allianz Parque em SP e prova força após década longe do Brasil

O Avenged Sevenfold retornou a São Paulo em 31 de janeiro para um marco histórico: a primeira apresentação em um grande estádio em toda sua carreira, lotando o Allianz Parque. A volta ao Brasil — dez anos após a última turnê nacional, que teve ingressos abaixo do esperado — consolida a banda em um novo patamar, agora como atração principal de festivais como o Rock in Rio e capaz de esgotar arenas mundialmente.

Foto: Gabriel Ramos

O show ocorreu em um momento particular da trajetória do grupo: o álbum mais recente, “Life is But a Dream…” (2023), dividiu parte do público com seu experimentalismo e sonoridade desafiante. No repertório, quatro faixas do disco tiveram recepção mais contida — com exceção de “Game Over”, cantada por M. Shadows com o rosto coberto por um gorro. No entanto, os clássicos garantiram a energia da noite:

“Afterlife”, gerou a primeira grande catarse coletiva; enquanto “Hail to the King”, dedicada ao público brasileiro ganhou um sutiã atirado ao pedestal de Synyster Gates;

“So Far Away”, balada emocionante em homenagem ao baterista original The Rev (falecido em 2009) tirou lágrimas de alguns presentes enquanto as pancadas “Bat Country” e “Nightmare”, resumiram a trajetória sinora e o impacto do A7X.

Canções menos óbvias, como a country “Gunslinger” e a progressiva “Buried Alive”, também foram recebidas com entusiasmo. O final, porém, com faixas longas como “Save Me” e “Cosmic”, diminuiu um pouco o ritmo antes do encerramento com “A Little Piece of Heaven” — letra sobre necrofilia que até o próprio Shadows brincou em cima.

Em entrevista à Rolling Stone Brasil, Synyster Gates reconheceu que, no passado, a banda “ia demais ao Brasil e as vendas caíam”. A estratégia mudou. Além do timing pós-nu metal e da ousadia musical, fatores como:

Com Brooks Wackerman na bateria — substituindo The Rev —, a banda demonstrou que, mesmo em fase experimental, sua base de hits e conexão com os fãs mantêm o poder de escrever novos capítulos em sua história no Brasil.

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Última atualização em: 9 de fevereiro de 2026 às 12:04

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