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Bela Maria traz a força do R&B no seu primeiro álbum “Tudo Que Eu Sinto Faz Barulho”

O projeto tem participações de N.I.N.A e Chris Mc, além de homenagem à Alcione. Lançamento vem acompanhado do clipe de “Doce, Dengosa, Polida”
Bela Maria traz a força do R&B no seu primeiro álbum “Tudo Que Eu Sinto Faz Barulho”

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O R&B vive um novo momento no Brasil, com grandes artistas trazendo o ritmo como referência em seus últimos trabalhos. Nomes como Tim Maia, Fat Family e Sandra de Sá eternizaram o melhor dessa mistura de jazz, soul, blues, funk, fazendo seus fãs dançarem e curtirem cada música. Com o tempo, novos artistas foram  surgindo e incorporando o pop, hip hop e muitos outros estilos ao movimento. Agora, é a vez de Bela Maria sua verve com seu primeiro álbum autoral “Tudo que Sinto Faz Barulho”.

Trazendo a vulnerabilidade como força, Bela chega como uma voz potente e necessária no R&B contemporâneo — sensível, intensa e autêntica. E esta obra apresenta sua visão artística com maturidade e grande potencial de conexão emocional com o público.

“Esse álbum nasceu após um período de bloqueio criativo e se transformou em um manifesto sobre sentir em voz alta — especialmente enquanto mulher preta em uma sociedade que insiste em silenciar suas emoções”, diz.

Com referências como Michael Jackson e Alcione (que é homenageada no sample da faixa foco “Doce, Dengosa, Polida”), o disco combina grooves fortes, camadas vocais quentes e letras profundas sobre amor, liberdade e autoestima. A produção é assinada majoritariamente por Itoo, parceiro de longa data da artista, trazendo unidade e identidade ao mais novo projeto.

“Tudo que Sinto Faz Barulho” é um projeto para ser pensado como disco, com lados A e B e reforça sua estética emocional e performática em três artes visuais.

Todas as letras do projeto falam sobre o poder da vulnerabilidade diante da percepção de que ser sensível ou simplesmente sentir não eram possibilidades para a mulher negra diante da sociedade. “Sempre foi preciso “manter a marra” para seguir com as adversidades da vida e fraquejar nunca foi opção, e até hoje essa figura de força e resistência é atribulada a mulher negrapreta, que também ama, sente, chora e precisa ser acolhida. Então quando canto sobre amores, sobre superação, autoestima, estou sendo livre, e liberdade pra cantar e falar sobre o que quero, e principalmente sobre afeto, pra mim já é revolução”.

“O primeiro som que fiz pro álbum, “Poema Sujo”, já fala sobre o processo inteiro, foi depois de ver um vídeo de Gullar declamando esse poema de um jeito tão visceral, sem cortes, sem se preocupar com a duração, sem ligar pra estrutura, que me lembrei do motivo pelo qual faço música. É realmente porque tudo que eu sinto faz barulho demais e preciso colocar pra fora”.

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Última atualização em: 16 de dezembro de 2025 às 18:06

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