Publicidade

Bruna Black estreia finalmente com seu primeiro álbum solo, “Fulorá”

Entre suas raízes e o futuro, artista revela projeto íntimo e autoral sob o conceito “Avant-Garden”
Bruna Black dá um passo importante na sua trajetória artística com o lançamento de "Fulorá"

Publicidade

Bruna Black dá um passo importante na sua trajetória artística com o lançamento deFulorá. Reconhecida pela sua versatilidade criativa no cenário nacional, a artista, que assinou com a Som Livre no final de 2024, se apresenta agora como uma das grandes promessas da MPB, entregando um trabalho que celebra suas raízes e afirma sua identidade.

Fulorá fala sobre o florescer de sentimentos, o florescer de uma maturidade emocional, o florescer de fases que eu escolhi aproveitar e compartilhar. Tanto nas vivências, quanto naquilo que admiro e no que eu boto fé. Ter um relacionamento onde eu sou amada e ter me tornado mãe, modificou muito a intenção do que quero colocar para fora. Esse processo foi desafiador, ainda está sendo, mas sinto que estou no caminho de florescer”, explica Bruna.

Reunindo 13 composições autorais, “Fulorá” nasce como um mergulho nas diferentes fases e afetos que moldaram a vida da de Bruna — da maternidade às relações amorosas, da vivência em São Paulo às inspirações espirituais e culturais. O nome, referência a Luiz Gonzaga, simboliza a beleza que floresce na adversidade e se traduz em um álbum dividido em dois lados: o Lado A, com oito faixas que exploram ritmos tradicionais nordestinos — maracatu, coco, embolada e ciranda; e o Lado B, com quatro criações experimentais.

O ‘Lado A’ vem com referências do nordeste do Brasil, composições mais antigas, ligadas ao que escutei na infância pelo meu bairro e ao que vivenciei em muitas apresentações. Já no ‘Lado B’, as músicas foram levadas ritmicamente para o contexto do significado, sem deixar de apresentar influências enraizadas na música negra”, explica.

Entre os destaques estão “Saudade“, parceria com Juliana Linhares que abre o álbum; “Marrom Cremoso“, dueto com Chico César que ressignifica a imagem do homem negro nas relações afetivas; e “Quebra Prato“, com participação de Baobá, reverenciando a chegada de Oya em energia e movimento. Outras canções revelam camadas mais íntimas da artista: “Vale Tudo” retrata o amor e a exaustão do pós-parto; “Zoin” homenageia a filha Zuri e traz Clarianas e Jéssica Gaspar; e “Fulorá“, que dá nome ao álbum, traz um manifesto pessoal sobre honrar o passado, viver o presente e preparar o futuro.

O jardim conceitual de Fulorá

Mais que um álbum, “Fuloráchega como um projeto estético grandioso concebido por Bruna Black em parceria com o diretor criativo Lucas Jesus. Sob o conceito de “Avant-Garden”, um ecossistema artístico onde o ancestral e o futurista coexistem, é criada uma experiência que vai além da música.

Nesse jardim visual, o sertão se funde ao urbano, a tradição se encontra com a vanguarda, e Bruna se torna uma alquimista sonora e visual que transforma memórias, raízes e afetos em narrativas de impacto.

A fotografia do projeto resgata a atmosfera analógica e cinematográfica, trazendo o calor do sertão e, também, a sofisticação editorial. Os figurinos mesclam texturas naturais e tecidos tecnológicos, artesanato e moda contemporânea, enquanto a cenografia propõe paisagens surreais e híbridas, onde o Brasil floresce com grandiosidade.

Quero que as pessoas ouçam e sintam a vulnerabilidade à flor da pele, que deem lugar para o que está reprimido fluir e florescer. Que sintam carinho e respeito por si e por suas fases. Que plantem o que querem colher”, finaliza Bruna.

Publicidade

Última atualização em: 30 de setembro de 2025 às 14:13

Siga-nos no

Google News

Compartilhe :

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp

Deixe um comentário

Área para Anúncios

Seus anúncios aqui (área 365 x 300)

Publicidade

Matérias Relacionadas

Se inscreva na nossa Newsletter 🔥

Receba semanalmente no seu e-mail as notícias e destaques que estão em alta no nosso portal

Categorias

Publicidade

Links Patrocinados