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Conheça Bea, a nova força feminina do pagode que acaba de ser anunciada no reality Estrela da Casa 2025, da Globo

Conheça Bea, a nova força feminina do pagode que acaba de ser anunciada no reality Estrela da Casa 2025, da Globo

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Do canto da igreja em Nova Iguaçu aos palcos da Europa. De backing vocal à frente do próprio projeto. De mulher preta no pagode a participante do novo reality musical da Globo, Estrela da Casa, que estreia dia 25 de agosto. Bea, 27 anos, é uma dessas histórias que carregam muitas outras, e que agora começam a ser vistas em rede nacional.

Nascida no Rio de Janeiro, criada entre a Baixada Fluminense e Salvador, e atualmente com base em Campinas (SP), Bea é artista, compositora, intérprete, bissexual, mulher preta e pagodeira. Tudo isso junto, e com orgulho. “Há cinco anos eu vivo só da música. Minha carteira de trabalho tá guardada, lacrada. E eu espero que continue assim”, brinca.

Sua voz começou a ecoar ainda na infância, aos cinco anos, nas apresentações da igreja. Cresceu sendo a irmã mais velha de cinco irmãos, em uma família espalhada pelo país. Com a base instável, encontrou na música um lugar fixo, uma casa. E, desde então, não saiu mais de lá.

 Conheça Bea, a nova força feminina do pagode que acaba de ser anunciada no reality Estrela da Casa 2025, da Globo
Divulgação

Bea já passou por experiências marcantes no pagode, inclusive como backing vocal de artistas consagrados, como Rodriguinho, que a viu antes de muita gente e virou amigo pessoal. Mas, hoje, o foco é outro: colocar sua voz no centro. Assinar seu próprio projeto, escolher o repertório, falar da sua vivência. Ela é intérprete de si mesma.

Em 2023, encarou sua primeira turnê solo na Europa, com shows na Inglaterra e em Portugal. O público surpreendeu. “Eu só acreditei quando cheguei nas casas pra fazer o show e tinha uma galera me esperando e gritando meu nome”, relembra.

Mas talvez o passo mais importante esteja sendo dado agora. Bea é uma das poucas mulheres pretas a ocupar espaço no pagode, e uma das únicas a fazer isso dentro de um reality musical em horário nobre. “Minha maior referência é a Beyoncé. E, aqui no Brasil, a Ludmilla. No pagode, a gente ainda precisa abrir espaço à força. Mas eu tô aqui pra isso.”

A representatividade não é só discurso. Caso vença o reality, Bea já tem planos de criar um selo para artistas independentes, pretos e LGBTs. Quer que sua vitória seja de muitos. “Quero alcançar pessoas com a minha música. Mas também quero ajudar outras vozes a serem ouvidas.”

Com nove tatuagens pelo corpo, incluindo uma da Queen B e outra em homenagem a Delacruz, um de seus maiores ídolos e referências na música, Bea leva na pele e na carreira a marca da luta e da alegria. No reality, ela promete entregar o que é de verdade: muita música boa, muito carisma e, se for preciso, um toque de deboche também. Porque mulher preta no pagode já é resistência. Mas Bea vem pra ser muito mais: presença, potência e voz.

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Última atualização em: 16 de agosto de 2025 às 22:33

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