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 Criadora do beat melody, Zaynara lança seu segundo álbum, ‘Amor Perene’, pela Sony Music Brasil, e se consolida como fenômeno da música brasileira

 Criadora do beat melody, Zaynara lança seu segundo álbum, ‘Amor Perene’, pela Sony Music Brasil, e se consolida como fenômeno da música brasileira

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 Zaynara não chegou de mansinho nesse mundo da música, como se pedisse licença. Pelo contrário. Visceral, potente e criadora de uma identidade própria, a cantora e compositora paraense faz parte de uma nova geração que desafia rótulos. Cria novos gêneros, reinventa os antigos, ressignifica os códigos. Queria deixar sua marca — ser uma artista que contribui com uma nova linguagem. Foi assim que nasceu o beat melody, seu estilo — mais do que um gênero, uma síntese de vivências musicais.

Inspirada por grandes intérpretes e movida por seu desejo de contar histórias com profundidade, criou uma sonoridade híbrida, que mistura o tecnobrega com o pop, o drama das baladas românticas com a pulsação dos sintetizadores. Sua música carrega a coragem de quem veio da margem, mas que quer transpor rios, cidades, fronteiras. Ela não se contenta em ser chamada de “artista regional” — porque sua música é feita na Amazônia, sim, mas carrega ambição e força de música nacional.

 Criadora do beat melody, Zaynara lança seu segundo álbum, ‘Amor Perene’, pela Sony Music Brasil, e se consolida como fenômeno da música brasileira
Foto: Tereza Maciel

Ela começou com um disco de regravações de suas referências do brega; ganhou força autoral no primeiro álbum de estúdio, É Beat Melody’; e agora se consolida, com o segundo álbum, ‘Amor Perene’, lançado pela Sony Music Brasil nas plataformas de streaming.

‘Amor Perene’ chega com visualizers das faixas inéditas que foram inteiramente rodados no Pará e um clipe novo para a faixa-foco ‘5 Estrelas’, com feat do cantor Tierry.

Se o primeiro disco foi um mergulho nas referências, um espelho multifacetado das sonoridades que moldaram sua formação, ‘Amor Perene’ finca sua identidade musical em bases ainda mais sólidas. Nele, Zaynara canta, escreve, conduz, arrisca. Traz letras mais íntimas, vocais mais ousados.

O álbum tem um fio condutor claro: o amor. Mas um amor que segue o percurso de um rio. Que sobe, desce, seca, enche — só que nunca deixa de correr. Esse rio, explica Zaynara, é metáfora do amor que ela deseja celebrar: o amor que permanece, que resiste às secas e transborda nas cheias.

“Assim como os rios perenes, que seguem mesmo quando quase somem, o amor-próprio também precisa ser constante. O disco fala sobre isso. Sobre aprender a se cuidar mesmo quando tudo parece faltar”.

A história do álbum é contada em capítulos — canções que se conectam, se completam, formam um ciclo. Em março, a artista apresentou o primeiro deles, o single ‘Perfume da Bôta, uma faixa poderosa, de levada latina e atmosfera grandiosa, inspirada em sonoridades que marcaram sua infância no Pará, como o clássico ‘Homem Perfeito’, da banda Calypso. Uma música que já anunciava o tom do que viria: corpo, presença, afirmação.

Em julho, foi a vez de ‘Aceita Meu Tchau’, que ganhou clipe gravado em Recife e a participação especial de Raphaela Santos, ícone do brega pernambucano. Uma parceria simbólica entre duas potências do Nordeste e do Norte, costurando territórios pela música e pelo afeto. Em setembro, lançou a intensa ‘Eu Não Gosto de Errar’, faixa marcada por um lirismo cru e arranjos dramáticos, que mostram Zaynara em seu momento mais vulnerável — e talvez mais verdadeiro.

Também em setembro, ela foi um dos destaques do encontro de gerações de divas da música paraense, ao lado de Joelma, Dona Onete e Gaby Amarantos – celebrando a música amazônica e da força de suas artistas –, no The Town e no Amazônia Live, dois importantes festivais criados pelo idealizador do Rock in Rio, Roberto Medina. Aliás, Zaynara já virou presença marcante no line-up de grandes festivais. Além de já ter se apresentando também no Rock in Rio Brasil e em duas edições do Festival Psica, ela será atração do Festival Rock The Mountain, em novembro.

Produzido por Márcio Arantes, ‘Amor Perene’ é uma história de amor, com começo, meio e fim – e aberturas com novos recomeços –, com todas as nuances e as contradições que um relacionamento amoroso carrega. Não é o amor idealizado — mas o amor vivido, o que falha, o que marca, o que eleva e machuca. Tudo isso embalado numa sonoridade que nasceu às margens de um rio, mas que quer reverberar no centro, nos palcos, nas pistas.

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Última atualização em: 11 de outubro de 2025 às 0:36

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