Uma coleção de metáforas pinta a tela de “Sem Ancorar”, que oscila entre as cores de uma paixão arrebatadora e as nuvens cinzas das crises, por fim acreditando na resiliência de um verdadeiro amor. Todas essas sensações conflitantes são delineadas pelo contraste entre os cantos de Dorea e Luíza Britto, em dueto que registra em estúdio a emoção das apresentações ao vivo com o coletivo Outras Vozes, do qual ambos fazem parte.
“Essa é a canção mais antiga do disco, e não entrou no meu álbum de estreia porque ainda não tinha a força que passou a ter quando veio a ideia do dueto e do vocalize no final, que levou a música pra outro lugar”, revela o artista. “Sou fã incondicional de Luíza. O ar que ela traz na voz fez a canção chegar à paisagem que a letra e a melodia sugerem”, completa. “Cantei ao vivo essa música com artistas incríveis como Tori, Ana Barroso e Luíza Britto. ‘Sem Ancorar’ vem carregada de amor. Gosto de me ver assim, nessa nova versão, menos cinza.”
