Se alguém tinha dúvida de que Florianópolis pode entrar na rota dos grandes eventos de samba e pagode do Brasil, o último sábado (11), com o Floripa também tem Samba deu um bom argumento. E olha… nem a chuva insistente conseguiu atrapalhar.
Choveu praticamente o dia inteiro. Daquelas chuvas que fazem qualquer um pensar duas vezes antes de sair de casa. Mesmo assim, quem encarou a capa de chuva e foi até a arena viveu uma experiência que mostrou o tamanho da aposta nesse novo momento da cidade.
A estrutura chamou atenção. Foram dias de montagem para receber um line-up de peso com Menos é Mais, Dilsinho, Ferrugem, Vitinho e Rodriguinho. E, mesmo com o tempo nada favorável, a energia de quem estava por lá fez valer a pena.

O show de Rodriguinho, por exemplo, aconteceu debaixo de chuva. A arena estava colorida pelas capas de chuva, mas bastou os primeiros sucessos começarem para o público mostrar que pagode combina até com tempo fechado. Tinha gente molhada? Tinha. Mas também tinha muita gente cantando cada música do início ao fim.
O Pretessências acompanhou tudo de perto e ainda bateu um papo com Ferrugem e Rodriguinho nos bastidores. Entre uma conversa e outra, ficou claro que Florianópolis tem, sim, potencial para receber eventos desse porte com cada vez mais frequência.
No fim das contas, a chuva virou quase um detalhe. Quem esteve por lá saiu com aquela sensação de “valeu a pena”. E fica até a curiosidade: se com um sábado de frio e chuva o festival já entregou tudo isso, imagina uma próxima edição em pleno verão. A expectativa é grande
