“Rompecabezas” se arma em um tugurio de mala muerte. O eu lírico veste a imagem de um cantor gauchesco rioplatense tocando seu acordeon imaginário, cantando e dançando o seu amor perdido nesse quase pastiche entre a dor de cotovelo e o despeito apaixonado. Um convite para dançar, cantar ou chorar essa visceralidade latinoamericana exagerada.
O single chegou a todas as plataformas digitais nesta quarta-feira, 11 de março de 2026. Nada no deserto estreia em abril.
Gravado ao longo de dois anos no Estúdio Lebuá e no Cão sem dono, em São Paulo, com produção e mixagem de Gabriel Edé, o álbum Nada no deserto traz 11 faixas autorais, além de parcerias com poetas contemporâneos e modernos, como Negro Leo. A banda é formada por Participam das gravações do álbum Vitor Wutzki, Juliano Veríssimo, Fernando Sheila, Lea Taragona (dibuk) e Victor Negri (arubu avua). Na produção e arranjos, percebe-se uma sonoridade crua, com instrumentação clássica de rock (guitarra, baixo e bateria) como espinha dorsal do disco, numa espécie de estética punk psicodélica.
