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Joabe Reis lança álbum solo “Drive Slow – A Última das Fantasias” e propõe fusão de brasilidade com jazz

O renomado trombonista capixaba Joabe Reis lançou seu novo álbum solo “Drive Slow – A Última das Fantasias”,

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O renomado trombonista capixaba Joabe Reis lançou seu novo álbum solo Drive Slow – A Última das Fantasias”, pelo selo Batuki Records. O disco, que será apresentado em show no SESC Pinheiros no dia 28 de janeiro, às 20h30, propõe uma reflexão sonora sobre a pausa necessária em meio ao caos cotidiano, mesclando jazz instrumental com raízes brasileiras e influências globais.

Com nove faixas – a maioria autorais –, o trabalho transita entre o popular e o sofisticado, recusando dicotomias rasas. “Desde meu último álbum (‘028’) venho sentindo a necessidade de imprimir uma digital mais forte de brasilidade nas minhas composições”, explica Joabe. Essa identidade se manifesta em referências que vão do Sítio do Pica-Pau-Amarelo (em “Pica Pau no Vidigal”, que abre o disco com arranjo inspirado em Gilberto Gil) até a música “Corre”, em parceria com Bia Ferreira, que aborda racismo e preconceito e dialoga com “Cordeiro de Nanã”, dos Tincoãs.

O renomado trombonista capixaba Joabe Reis lançou seu novo álbum solo “Drive Slow – A Última das Fantasias”,

Além de Bia Ferreira, o álbum conta com vozes e composições de Gabi Câmara, Heloá Holanda e participação do rapper Zudizilla e do trompetista americano Theo Croker – este último presente no single homônimo lançado em abril de 2025. Ritmos como o UK Garage, o hip hop e o R&B também se fundem ao instrumental brasileiro, criando um caleidoscópio sonoro que reflete a trajetória plural do músico, que já acompanhou nomes como Anitta, Gloria Groove, Xênia França, Ivan Lins e Macy Gray.

“Ao longo da minha carreira fui absorvendo elementos de cada um deles. Trouxe essa grande miscelânea para este novo disco, mas sem perder a perspectiva de ser um trabalho instrumental brasileiro”, afirma Joabe.

O show de lançamento no SESC Pinheiros reforça uma das bandeiras do projeto: popularizar a música instrumental sem abrir mão de sua sofisticação. “Queremos que este gênero seja cada vez mais acessível ao grande público, mas sem rebaixar sua qualidade sonora e seu poder de provocar e instigar”, completa o trombonista.

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Última atualização em: 2 de fevereiro de 2026 às 11:08

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