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Killa Bi lança o disco  “É Nosso Tudo O que Eu Olho” expondo a montanha russa do seu íntimo 

Killa Bi

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Entendendo a música como uma forma de se fortalecer, compartilhar ideias e, muitas vezes, apenas se ouvir em voz alta (talvez para que alguém também escute), a artista e compositora Killa Bi transcreve pensamentos íntimos em uma coletânea de oito faixas intitulada É Nosso Tudo o que Eu Olho — um disco lúdico, guiado pelo boom bap e instrumentais orgânicos que criam uma atmosfera imersiva nos versos, fazendo imaginar cada cena narrada. A novidade chega em parceria com o selo SOMOS e já está disponível nas plataformas digitais.

É Nosso Tudo o que Eu Olho pode ser uma submersão nas 24 horas dentro da cabeça de Killa Bi: uma montanha-russa de emoções entre revoltas, sonhos, euforia e insegurança — nada muito equilibrado, tudo incerto, mas ainda assim com celebrações à vida. Killa Bi é uma mulher indígena em contexto periférico, que tem sua ancestralidade como norte para seus passos e visão de mundo — ponto que se revela com força em sua lírica. Para que a trilha sonora seja ainda mais real, Gustavo Cravinhos assina a masterização e os instrumentais do disco; cada nota do instrumentista soa como se fosse um verso próprio. Os beats e produções se dividem entre Paulo DK, Pedrvso Matheus Coringa (HAHAHA) , iloveyoulangelo, Digmanybets, Gui Cunha entre outros, com scratchs de DJ Miya B e masterização por Pirlo.

“O disco foi a forma que encontrei para me vulnerabilizar, falar do que acredito e de como acredito, enquanto me exponho sem saber quem irá ouvir, se identificar ou julgar”, comenta a artista. O passeio pelo cotidiano de Killa Bi se inicia com a faixa “notas, narrativas”, com guitarra assinada por Cravinhos e beat de Matheus Coringa. A track carrega a energia dos novos começos, um tom de boas-vindas aos devaneios otimistas da artista, e transita, sem demora, para “Primeiro de Junho”, onde, com beat de iloveyoulangelo, Killa Bi descreve um recorte do dia que dá nome à música, com alto astral, preparando o público para as vulnerabilidades que apresentará nas próximas faixas. O refrão sincero traduz o propósito do disco: se mostrar para o mundo sem medo, mesmo sem saber até onde essa mensagem poderá chegar. “Me chamem de hipócrita, utópica / é só licença poética / se eu miro minha flecha é pra acertar, pra chegar / onde meu corpo não está.”

Na terceira faixa, “Só Agora”, a artista apresenta um momento de descontentamento consigo mesma e com a forma como o mundo opera – quase como a descida da montanha-russa, onde a euforia cessa e a realidade cruel começa a se impor. Em seguida, vem “Por Um Fio” — já lançada e com videoclipe —, o único feat do álbum, conta com a participação da carioca Lis MC com seu timbre único questiona a frase que permeia o sample usado — “Este amor dilacerante” —, e também nabru, mineira com versos fortes sobre a dinâmica de uma vida que está por um fio. Assim como a realidade vem, a consciência de que se deve manter firme aparece, e “Não Se Desespere” é o momento em que a artista se concentra no que é necessário para encontrar beleza no caos enquanto se contradiz para manter o otimismo. “Pensei nos versos como uma forma de ser imaginativo. De ouvir e conseguir imaginar as cenas que descobre nas linhas, com uma narrativa cinematográfica. Para que todos vejam a imagem em  som.”, descreve Killa Bi. 

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Última atualização em: 14 de novembro de 2025 às 15:48

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