A cantora e atriz Mary J. Blige, vencedora de nove Grammys, estreia no canal Lifetime neste sábado (7 de fevereiro) o filme “Mary J. Blige Presents Be Happy”, uma comédia romântica inspirada em seu sucesso homônimo de 1994. Com direção de estreia da atriz Gabourey Sidibe (indicada ao Oscar por “Preciosa”) e roteiro de Cameron J. Ross, o longa conta no elenco com Tisha Campbell, Mekhi Phifer e Russell Hornsby.
Em entrevista à Billboard, Blige explicou a conexão entre suas canções e a narrativa do filme:
“Quando eu estava gravando essas músicas, eram como filmes. Em ‘Be Happy’, ela está casada e tentando descobrir seu lugar no mundo (…). Essa tem sido a história da minha vida: reinventar-me. (…) As pessoas adoram um filme inspirador sobre amor e transformação; é isso que minhas músicas representam para elas.”
Este é o quarto filme da parceria entre Blige e o Lifetime – após “Real Love” (2023), “Strength of a Woman” (2023) e “Family Affair” (2025) –, mas o primeiro sem o trio de atores que estrelou os projetos anteriores. A cantora também já possui trajetória consolidada no cinema, com duas indicações ao Oscar por “Mudbound” (2017) e o papel na série “Power Book II: Ghost” (2020–2024), pelo qual ganhou dois NAACP Image Awards.
Paralelamente ao lançamento do filme, Blige se prepara para sua primeira residência em Las Vegas, intitulada “Mary J. Blige: My Life, My Story The Las Vegas Residency”. As apresentações acontecerão no Dolby Live (Park MGM) entre 1º de maio e julho, totalizando 10 datas. A artista comentou sobre a expectativa:
“As pessoas me pedem para fazer uma residência há anos, e agora estou pronta (…). Estou mais animada por não precisar pegar um avião ou um ônibus”.
Em 2025, Blige já havia demonstrado seu poder de bilheteria com a turnê “For My Fans”, que arrecadou US$ 37,1 milhões e ficou em 5º lugar entre as turnês de R&B mais lucrativas do ano. Sobre seu extenso catálogo, ela mencionou o desejo de que o público conheça melhor o álbum “The London Sessions” (2014):
“Tenho tantos discos. E muitos fãs da Mary J. Blige não conhecem ‘The London Sessions’. Espero que um dia eles o explorem!”
