A cantora e multi artista sergipana Táia apresenta seu novo trabalho autoral, o álbum OBÁ TAJÁ. Sucessor do inventivo disco visual Renasço, a nova obra aprofunda sua pesquisa estética no encontro entre brega pop, elementos orquestrais e performance, a partir de uma busca íntima por identidade e pertencimento. OBÁ TAJÁ estreia nas plataformas de música no dia 06 de março, sexta-feira.
O projeto nasce do desejo da artista de se cercar de pessoas que fizeram parte de seu cotidiano e de sua construção afetiva, entre elas os músicos Jotaerre (Psirico), Julico (The Baggios), Diane Veloso (A Banda dos Corações Partidos), Maysa Reis, Cah Acioli, Alessandro Mongini, Jim Morrisom, Gabriel Farani e o produtor Talibã, quem assina a direção musical de OBÁ TAJÁ. A captação de voz é de FabSound e a mixagem e masterização são de Léo Airplane.

Ao compartilhar com o grupo o conceito que fundamenta o disco, Táia revisitou suas memórias e histórias familiares, especialmente a trajetória de seu bisavô autodidata, multi-instrumentista, maestro da Lira de Estância e professor de piano. “Um homem negro que rompeu barreiras dentro da música clássica e que hoje dá nome a uma escola em Gararu, sua cidade. Eu fui atrás da música dele, da história dele. Essa busca pela minha ancestralidade atravessa o álbum”, conta a artista.
“O nome surge da busca do significado de Tajá, uma variação para o nome Taiá, que parece com meu nome artístico e é o nome popular na caladium bicolor, planta que nasceu espontaneamente na porta do meu antigo quarto. Pesquisando sua história, me deparei com uma planta que nasce da lágrima de um amor perdido, Como minha música traz muito a temática amorosa, optei por incorporarmos a lenda à identidade do álbum. A música que dá nome ao disco nasceu como bomba-relógio e se transformou, inclusive na letra, com o nascimento de Oba Tajá, na inquietude dessa eterna auto descoberta e como um grito de alerta para conhecermos nossa história verdadeira”.
