Uma das vozes mais pulsantes da nova cena musical maranhense, Paulão apresenta o projeto “Big Paulo na Ilha do Amor”, um trabalho que mistura tradição e inovação em uma celebração sonora e afetiva do Maranhão. O álbum inédito marca também uma série de shows do artista em São Luís e pelo Brasil.
O disco costura ritmos como Bumba-meu-boi, Tambor de Crioula, Bloco Tradicional, Cacuriá e Reggae com influências contemporâneas como Dub, Samba, Soul, Dancehall e Afrobeat. O resultado é uma criação geopoética, política e sensível, que afirma o Maranhão como centro pulsante da cultura brasileira e território fértil de experimentação artística.
A produção musical do álbum é assinada por Adnon, responsável por conduzir a sonoridade que dá vida ao projeto. A capa do álbum é de Brenda Maciel, que complementa o universo estético da obra com uma criação visual marcante e simbólica.
Como parte do lançamento do álbum “Big Paulo na Ilha do Amor”, três singles já chegaram ao público com força total, revelando a diversidade sonora e as parcerias que dão corpo ao projeto. “Meu Sonho”, em colaboração com Camila Reis, mistura romantismo e groove em uma pegada leve e contagiante; “Sonhos Alados”, com Núbia e C-AFROBRASIL, traz uma atmosfera espiritual e poética, exaltando ancestralidade e liberdade; e “Mia Preta”, parceria com o coletivo Criola Beat — formado por Adnon, Biodz e Pantera Black —, mergulha nas batidas dos tambores maranhenses, reforçando a identidade urbana e cultural que permeia toda a obra.
Cada faixa ganhou seus próprios visualizers e/ou videoclipes, em uma proposta visual que acompanha a potência sonora do projeto. Toda a parte audiovisual — incluindo os vídeos desses singles e de todas as faixas do álbum — foi dirigida por Ingrid Barros, diretora maranhense que imprime olhar sensível e provocador à obra, traduzindo visualmente a identidade afro-indígena, urbana e poética do projeto.
“Big Paulo na Ilha do Amor” vai além da música: é um manifesto artístico coletivo que conecta vozes, corpos e territórios. O álbum conta ainda com participações de Célia Sampaio (a “Dama do Reggae”, que recentemente dividiu o palco com IZA no The Town, em São Paulo), além de Klícia e Dicy, fortalecendo uma rede colaborativa plural de artistas.
