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Peixelétrico comemora 25 anos com novo álbum, participações de Marcelo Jeneci e Tato do Falamansa 

O quinto disco do Peixelétrico rendeu muitos reencontros com artistas que fizeram parte da trajetória da banda e entrega faixas que demostram toda a experiência desses anos de estrada. “Conseguimos unir amigos de palco e da vida para comemorar nossa carreira artística, afinal não é todo musico que conquista essa marca importante”, explica Trip. Tato do Falamansa chegou para somar na nova Felicidade e Marcelo Jeneci, que por algum tempo tocou com a banda, uniu sua voz e sanfona na interpretação da canção Planta Colhe, com letra de Arnaldo Antunes. No estúdio Minduca, receberam também o Trio Mana Flor que participa de Rara Flor, Karol Olivieri que marca presença com seu timbre de voz em À Toa, Tanaka do Pife e seu pífano de bambu que customizam a faixa Rio e as cantoras Talita Collado, Paulla Zeferino e Jamille Queiroz que fazem os arranjos vocais de Mamaô. “Um álbum feito com o coração e a alma de quem vive a música em seu cotidiano, sintonizado nas relações com a dança e o movimento do nosso tempo presente. Viva a cultura de raiz brasileira!” brinda Ricardo. Entre as novidades, destaque para o flerte dos artistas com a nova MPB e a facilidade de falar sobre política e questões ambientais de forma leve e integrada à pista de dança. Canções que ganharam projeção nacional como as atemporais, Lôco e Caminhador também chegam em versões 2025 e prometem seguir fazendo a cabeça de muitos ouvintes como tem feito há 25 anos. Versos como: a “sociedade americana escravocrata, que já não me mata, mas matou milhões” e “a cultura brasileira é que tem valor, mas não se pode comprar, não se pode vender” demonstram a sintonia com temas que sempre serão atuais. O projeto foi contemplado pela 4ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Forró para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

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O álbum Peixelétrico 25 anos acaba de estrear e comemora a trajetória da banda conhecida pelo alto astral e por colocar todo mundo para pensar, enquanto dança. Com 11 faixas, sendo 8 inéditas, e 3 regravações de hits, o projeto conta com direção artística do cantor e compositor Ricardo Trip, que assina autoria de todas as músicas e produção musical de Bruno Buarque, conhecido por colaborações com a cantora Céu, Criolo, Silva, e um Grammy com João Donato. Nos shows, Luiz Santos (sanfona), Edgar Paixão (baixo), Ricardo Trip (voz e violão), PH Zabumbada (zabumbatera) e André Brito (triângulo e gaita) já entregam as músicas novas e agora todos podem conferir nas plataformas digitais.

O quinto disco do Peixelétrico rendeu muitos reencontros com artistas que fizeram parte da trajetória da banda e entrega faixas que demostram toda a experiência desses anos de estrada. “Conseguimos unir amigos de palco e da vida para comemorar nossa carreira artística, afinal não é todo musico que conquista essa marca importante”, explica Trip. Tato do Falamansa chegou para somar na nova Felicidade e Marcelo Jeneci, que por algum tempo tocou com a banda, uniu sua voz e sanfona na interpretação da canção Planta Colhe, com letra de Arnaldo Antunes. No estúdio Minduca, receberam também o Trio Mana Flor que participa de Rara Flor, Karol Olivieri que marca presença com seu timbre de voz em À Toa, Tanaka do Pife e seu pífano de bambu que customizam a faixa Rio e as cantoras Talita Collado, Paulla Zeferino e Jamille Queiroz que fazem os arranjos vocais de Mamaô. “Um álbum feito com o coração e a alma de quem vive a música em seu cotidiano, sintonizado nas relações com a dança e o movimento do nosso tempo presente. Viva a cultura de raiz brasileira!” brinda Ricardo.

  Entre as novidades, destaque para o flerte dos artistas com a nova MPB e a facilidade de falar sobre política e questões ambientais de forma leve e integrada à pista de dança. Canções que ganharam projeção nacional como as atemporais, Lôco e Caminhador também chegam em versões 2025 e prometem seguir fazendo a cabeça de muitos ouvintes como tem feito há 25 anos.  Versos como: a “sociedade americana escravocrata, que já não me mata, mas matou milhões” e “a cultura brasileira é que tem valor, mas não se pode comprar, não se pode vender” demonstram a sintonia com temas que sempre serão atuais. O projeto foi contemplado pela 4ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Forró para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

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Última atualização em: 9 de julho de 2025 às 11:14

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