Ravyn Lenae anuncia seu terceiro álbum de estúdio, “Blue Island”, com lançamento marcado para 7 de agosto via Atlantic Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil, e apresenta o novo single. Produzido executivamente por Dahi — colaborador de Bird’s Eye e vencedor do GRAMMY, o projeto inaugura uma nova fase na trajetória da artista, marcada por maturidade, liberdade criativa e pela confiança de quem entende que o atual momento de ascensão é apenas o começo.
“Handle”, ao lado das já lançadas “Reputation”, parceria com Dominic Fike, e “Bobby”, revela o retrato de uma artista em constante transformação. Na nova faixa, Ravyn expande os limites esperados do R&B e mergulha em uma sonoridade sedutora e dinâmica, conduzindo o ouvinte por reflexões íntimas sobre amor e vulnerabilidade. O lançamento chega acompanhado de um videoclipe marcante, que apresenta a cantora explorando coreografias em sua performance artística pela primeira vez. Pensando na potência das apresentações ao vivo, Ravyn se uniu à diretora de movimento Akira Uchida, de Nova York, para construir uma experiência visual que equilibra intimidade e grandiosidade.

Blue Island simboliza um momento de transição vivido pela artista ao longo do último ano, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Após o sucesso global de “Love Me Not” — faixa que alcançou o Top 5 da Billboard Hot 100, o Top 10 da Billboard Global 200 e o segundo lugar na parada de singles do Reino Unido, além de figurar nos charts de países como Canadá e Austrália — Ravyn viu sua carreira atingir um novo patamar. Ao mesmo tempo em que conquistava oportunidades inéditas, também passou a lidar com sentimentos como ansiedade, solidão e desilusões amorosas. Em meio a discussões sobre pertencimento e identidade racial dentro da indústria musical, a cantora encontrou inspiração em artistas como Santigold, Janet Jackson e Tracy Chapman, referências que desafiaram padrões impostos às mulheres negras na música ao longo de suas carreiras.
Sobre o projeto, a artista afirma: “Blue Island representa um ponto de chegada. É o momento em que me sinto confortável com quem eu sou e livre das ideias pré-concebidas sobre negritude ou sobre quem eu precisava ser no passado. Agora é divertido desafiar o que o R&B ou o pop deveriam soar e simplesmente fazer tudo do meu jeito”.
