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Sarah Roston lança o ATO II de seu álbum de estreia, “Sensível Ao Toque”

Dividido em três atos, a segunda parte chega em todas as plataformas digitais no próximo dia 26 de março
Sarah Roston lança o ATO II de seu álbum de estreia, “Sensível Ao Toque”

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Depois de impactar o cenário musical com a potência de sua voz somada ao ritmo envolvente e dançante no primeiro ato de seu álbum de estreia, “Sensível Ao Toque”, a cantora Sarah Roston retorna agora com o segundo ato, disponível em todas as plataformas digitais no próximo dia 26 de março.

Faseado em três atos, o projeto introduz a história contada por Sarah ao explorar a primavera sexual feminina como uma bússola de tesão procurando por amor. Após capturar a essência das relações íntimas nos tempos atuais no primeiro ato do álbum, a artista dá sequência à sua narrativa ao retratar a madureza do êxtase da mulher negra quanto à sexualidade, que confronta sentimentos ambíguos frente às relações casuais na busca de uma entrega afetiva e distância de controle.

“É uma parte do projeto que introduz essa mulher negra com consciência suficiente para tirar onda de red pill, ao mesmo tempo que enquadra os caras. Algo do tipo ‘E aí, vai querer amar ou não? porque eu vou’, firmando na própria identidade uma escolha de futuro livre e cheio de dengo!”, comenta.

Sarah Roston lança o ATO II de seu álbum de estreia, “Sensível Ao Toque”
Divulgação

O ATO II de “Sensível Ao Toque” se consolida em ritmos tradicionalmente brasileiros sem deixar de dialogar com sonoridades diaspóricas — objeto da pesquisa de Sarah Roston —, como é o caso de “PINÓQUIO“, faixa que conta com a colaboração da rapper Amabbi e que apresenta uma mistura entre reggaeton e pagodão baiano.

“Sempre imaginei esse som com mais mulheres, cada uma contando uma história de um ‘pinóquio’, tirando onda do cara vacilão. É felicidade conhecer e ter a Amabbi nesse projeto, uma artista incrível, talentosa e muito parceira. Assim que eu a conheci, já fiz o convite e no mesmo momento ela aceitou. Quem nos apresentou foi o Rael, esse amigo querido, que até cedeu o Home Studio dele, o Estúdio Horta, pra gravar a voz dela, e ficou foda!”, complementa a cantora.

Essa versatilidade se reforça nas faixas seguintes, ao transicionar para o sertanejo sofrência e o R&B em “FLOR QUE TU FUMA”, na qual Sarah debocha do jogo afetivo que acontece principalmente nas relações heteronormativas, acompanhada de um curta-metragem e videoclipe que aborda a dicotomia ao desejar alguém, o que pode ser um sentimento tanto de liberdade quanto de prisão. O filme é dirigido por Guilherme Gomes e produzido por Twyla Hase.

Já em “SE EU FALASSE QUE TE AMO?”, há uma mistura de influências do samba-rock com a bachata — gênero musical e estilo de dança romântico que se originou na República Dominicana na década de 1960, com influências do bolero, son cubano e chá-chá-chá. Aqui, a artista questiona até que ponto seu parceiro realmente está disposto a ir por um amor.

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Última atualização em: 29 de março de 2026 às 11:58

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