Publicidade

Gravando filme sobre caso Elise Matsunaga, Luciano Quirino entra em “Êta Mundo Melhor” e “Dona Beja”

Ator, que fará participação como o Doutor Carneiro, médico de Cunegundes, ainda se prepara para a estreia de “Dona Beja”, da HBO, e grava filme baseado no caso Elise Matsunaga para o Netflix
Gravando filme sobre caso Elise Matsunaga, Luciano Quirino entra em "Êta Mundo Melhor" e "Dona Beja"

Publicidade

Luciano Quirino está em um dos seus melhores momentos dos seus quase 40 anos de carreira. Ele encara novos desafios e atua em diferentes frentes. Mais recentemente ele recebeu convite para integrar o elenco de “Êta Mundo Melhor!”. A partir de setembro ele poderá ser visto na trama interpretando o Doutor Carneiro, médico de Cunegundes, personagem de Elizabeth Savala.

“Ele é um médico do núcleo da fazenda e chega para causar um rebuliço na trama, interagindo com a Elizabeth Savalla, Ary Fontoura e Beth Goffman. Tem cenas com outras pessoas, mas a base é essa”, revela.

Quirino ainda comemora poder fazer um personagem em um núcleo cômico, além do sotaque caipira, presente no núcleo da fazenda, ele pode intervir em características físicas para criar o seu Doutor Carneiro.

“Sobre a caracterização adotei um penteado diferenciado, com cachos que lembram um pouco a lã de um carneiro. Também usei enchimentos para deixá-lo mais corpulento, além de trabalhar uma postura específica e incorporar o sotaque caipira, já que a novela se passa no interior, na roça”, complementa Luciano.

Gravando filme sobre caso Elise Matsunaga, Luciano Quirino entra em "Êta Mundo Melhor" e "Dona Beja"
Divulgação

O paulista de 59 anos, também é um dos destaques do remake de “Dona Beja”, que estreia em 2026 na HBO Max. Na trama ele interpreta José Carneiro de Mendonça, papel de Jonas Mello na primeira versão de 1986, que vive um casamento infeliz com Josefa, personagem de Thelma de Freitas. Entretanto, Luciano garante que apesar do mesmo personagem, há mudanças na trama, com diferentes atitudes e reações de José.

“Não busquei referência na versão anterior, embora fosse interpretada por um ator que eu admirava muito. Construí o personagem a partir do texto que recebi e, principalmente, do seu conflito, um conflito intenso e central na trama. Trabalhamos para desconstruir completamente a masculinidade tóxica daquele homem de época, ressignificando ele de forma a torná-lo mais contemporâneo. Fiquei muito satisfeito com o resultado desse processo”, conta.

No momento, ele grava o filme original da Netflix baseado no caso Elise Matsunaga, protagonizado por Lorena Comparato, com roteiro de Raphael Montes e Mariana Torres, e direção de Vellas.

Ainda no streaming, Luciano está na série “Galera FC”, que está em fase de pós produção com estreia prevista para 2026.

Gravando filme sobre caso Elise Matsunaga, Luciano Quirino entra em "Êta Mundo Melhor" e "Dona Beja"

Outro orgulho do ator é integrar o projeto “Por dentro da sessão”, projeto produzido pela DíadeLab, plataforma de ensino à distância reconhecida por suas produções didáticas inovadoras, onde eles promovem palestras e workshops a partir de cada episódio. A série traz conflitos de grandes personalidades como Frida Kahlo e Oscar Wilde, e agora Lima Barreto, interpretado por Luciano.

“Resgatamos questões vividas por Lima naquela época, incluindo sua relação problemática com a bebida. A proposta é que grupos de psicólogos assistam à série e debatam quais medidas podem ser adotadas, enquanto terapeutas, para lidar com casos semelhantes. Achei a iniciativa muito relevante e, como tenho o propósito de dar visibilidade a histórias negras, participar desse projeto foi especialmente significativo para mim”, comenta.

Em seus anos de carreira, Luciano coleciona uma longa trajetória na televisão. Um dos seus trabalhos de maior sucesso, foi a sua primeira novela das 21h, o clássico “Laços de Família”, de Manoel Carlos, onde interpretava Laerte, um médico acupunturista. “É um papel que não era tão comum na época nos anos 2000. Raramente víamos um rosto negro ocupar papéis de prestígio que não estivessem atrelados ao serviço ou à subalternidade. Um médico acupunturista, sócio de uma clínica de estética nesse cenário, era quase uma aparição exótica, quando já deveria ser algo corriqueiro”, conta.

“Fiz “Domésticas” com o Fernando Meirelles, que me introduziu no cinema, depois trabalhei com o Hector Babenco em “Carandiru”, foram dois trabalhos importantes que me abriram as portas e a partir daí vieram mais convites para cinema. Nesse tempo destaco dois grandes filmes, “Arthur Bispo do Rosário”, um filme importantíssimo, de uma figura emblemática como o Bispo do Rosário, e “Casa de Alice”, que rodou um mundo premiadíssimo com Carla Ribas, muito importante também na minha carreira”, completa.

Publicidade

Última atualização em: 25 de agosto de 2025 às 13:11

Siga-nos no

Google News

Compartilhe :

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp

Deixe um comentário

Área para Anúncios

Seus anúncios aqui (área 365 x 300)

Publicidade

Matérias Relacionadas

Se inscreva na nossa Newsletter 🔥

Receba semanalmente no seu e-mail as notícias e destaques que estão em alta no nosso portal

Categorias

Publicidade

Links Patrocinados