O Mano a Mano está de volta e o retorno dos episódios inéditos da segunda metade da 6ª temporada chega carregado de expectativa e peso. Em 2026 o podcast retoma sua programação reafirmando o lugar que conquistou: um espaço essencial de escuta, reflexão e encontros que atravessam cultura, música e sociedade. Para marcar esse recomeço, Mano Brown e Semayat Oliveira recebem um convidado à altura desse momento: Paulinho da Costa, percussionista brasileiro reconhecido mundialmente e dono de uma trajetória que ecoa nos bastidores e nos palcos da música global.
Paulinho da Costa compartilha não apenas sua experiência ao lado de grandes nomes da música internacional, mas também a filosofia que sustenta sua caminhada. Em um relato carregado de emoção e humildade, ele destaca a importância de nunca perder a disposição para aprender: “É importante sempre se manter aprendiz. No momento em que você acha que se sabe tudo, é quando você vê que não sabe. A gente sempre tem o que aprender, fico honrado de poder aprender.” A fala traduz a essência de um artista que, mesmo consagrado, segue em movimento, guiado pela curiosidade e pelo respeito à arte.
Durante a conversa, Paulinho também relembra sua relação com Michael Jackson, que em vida o definiu como o melhor percussionista do mundo. Ao comentar essa conexão, ele traz à tona não só a dimensão artística de Michael, mas também sua humanidade e genialidade: “Ele faz falta. A partida dele nos traz muita falta, ele criava muita coisa para Rod Temperton e Quincy Jones que ninguém sabe. Passava muito tempo com ele, conversávamos muito. Eu defino ele como um dos melhores do mundo também.” O depoimento revela uma troca genuína entre dois gigantes da música, marcada por respeito, convivência e admiração mútua.
