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“Manas”, de Marianna Brennand, é indicado ao Goya de Melhor Filme Ibero-Americano

Longa brasileiro disputa o prêmio com “Belén: Uma História de Injustiça” (Argentina), “O Olhar Misterioso do Flamingo” (Chile), “Um poeta” (Colômbia) e “La Piel del Agua” (Costa Rica)
“Manas”, de Marianna Brennand, é indicado ao Goya de Melhor Filme Ibero-Americano

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Premiado longa de Marianna Brennand, “Manas” acumula mais uma conquista em sua trajetória internacional. A produção brasileira foi indicada ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano e concorre ao lado de “Belén: Uma História de Injustiça” (Argentina), “O Olhar Misterioso do Flamingo” (Chile), “Um poeta” (Colômbia) e “La Piel del Agua” (Costa Rica). “Manas” foi selecionado pela Academia Brasileira de Cinema em setembro do ano passado para representar o Brasil na tradicional premiação espanhola, que chega à 40ª edição em 2026. Os vencedores serão revelados no dia 28 de fevereiro em Barcelona.

Termos dois filmes incríveis fazendo história pelo mundo afora nos enche de orgulho e nos dá certeza que o cinema brasileiro é poderoso e único. Um filme nunca exclui o outro. Eles se somam no caminho de uma cinematografia que merece e deve ser reconhecida por seu talento e diversidade. Muito feliz por termos uma Academia de Cinema que acredita nisso”, afirma a presidente da Academia Brasileira de Cinema Renata Almeida Magalhães.

“Manas”, de Marianna Brennand, é indicado ao Goya de Melhor Filme Ibero-Americano

Títulos dos seguintes países concorreram a uma indicação de Melhor Filme Ibero-Americano na 40ª edição dos Prêmios Goya: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

“Manas” já venceu mais de 20 prêmios pelo mundo, entre eles o prêmio máximo da Jornada dos Autores, mostra competitiva paralela do Festival de Veneza 2024; o “Women in Motion”, dedicado a novos talentos femininos, que a diretora Marianna Brennand recebeu no Festival de Cannes em 2025; e o Prêmio Especial do Júri na Première Brasil do Festival do Rio de 2024. O filme, baseado em dez anos de pesquisa de Brennand sobre a realidade de crianças exploradas sexualmente na Ilha de Marajó, no Pará, conta a história fictícia de Marcielle (Jamilli Correa), menina de 13 anos que percebe o ambiente de abuso em que está inserida e busca ajuda.

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Última atualização em: 15 de janeiro de 2026 às 23:05

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