“A missão do Zico vai muito além do futebol, seu legado ultrapassa gols e vitórias”, afirma o diretor João Wainer. Para ele, essa dimensão mais íntima e pouco conhecida do ídolo é o ponto de partida de “Zico, o Samurai de Quintino”, que estreia nesta quinta-feira (30) nos cinemas de todo o país, em mais de 400 salas. O documentário abre ao público, pela primeira vez, o acervo pessoal do craque, reunindo imagens raras em Super 8, registros de bastidores e objetos históricos revisitados pela família, com participação direta de Sandra, esposa do ídolo rubro-negro há 50 anos. Ela assume protagonismo no filme ao acompanhar de perto toda a carreira dele, deixando tudo registrado e revelando o lado mais sensível e familiar do ídolo do futebol.
Além disso, a Downtown Filmes, distribuidora do longa, preparou uma ação promocional voltada aos fãs. O espectador que comparecer à bilheteria dos cinemas vestindo a camisa do Clube de Regatas do Flamengo terá direito ao benefício da meia-entrada. A promoção será válida exclusivamente durante a primeira semana em que o filme estiver em cartaz, incentivando os torcedores a prestarem sua própria homenagem ao maior ídolo rubro-negro. Consulte os cinemas participantes.

Um dos fios condutores do filme é o mergulho em uma espécie de “museu pessoal”, um acervo construído e catalogado especialmente para o projeto, revisitado pelos filhos e pela esposa de Zico, Sandra. Ao percorrer esse conjunto de imagens e objetos, o longa revela bastidores inéditos da vida do jogador, com registros que vão da intimidade em casa a momentos pouco conhecidos da carreira, ampliando o olhar para além dos gols e conquistas.
As imagens em Super 8, inéditas, ajudam a construir uma narrativa afetiva e sensorial, aproximando o espectador de um Zico fora do campo, mais humano, cotidiano e familiar. É a partir desse material que o filme constrói um retrato que atravessa gerações, conectando passado e presente em uma mesma experiência cinematográfica.
