Esta semana marcou o quinto aniversário da conquista que colocou Rayssa Leal no panteão do esporte brasileiro. Em 26 de julho de 2021, a skatista, então com 13 anos, tornou-se a atleta olímpica brasileira mais jovem a subir ao pódio, com a medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio. Dois anos depois, em Paris-2024, repetiu o feito com o bronze.
Em entrevista recente, a atleta afirmou que pretende competir em mais duas ou três edições dos Jogos Olímpicos. “Depois de toda aquela pressão, aprendi que não era só sobre isso, mas também sobre se divertir. Hoje tenho maturidade para entender que, quando estou me divertindo, consigo chegar a lugares inimagináveis”, disse.

A edição de Los Angeles, em 2028, terá um significado especial para a skatista. Quando participou de sua primeira Olimpíada, em Tóquio, era ainda uma criança; na segunda, em Paris, uma adolescente. Na terceira, será uma jovem adulta. A maturidade, segundo ela, tem sido uma aliada.
“Nesses últimos anos, amadureci em tudo: na vida, dentro do skate e também no skate”, afirmou Rayssa em entrevista à revista Marie Claire. “Passei a dar mais valor a coisas que antes não dava tanta importância. Eu era muito nova, não entendia muita coisa. Hoje, entendo melhor a dimensão do que representa estar em uma Olimpíada e poder disputar uma medalha.”
A skatista também destacou a importância da evolução constante: “A gente está sempre buscando, todo dia, estar melhorando, não só tecnicamente, mas também como pessoa. Em Paris, por exemplo, me dediquei bastante e pude ver o resultado.”
