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Amanda Sarmento atravessa ciclos de transformação em “ECLIPSE”, seu álbum de estreia

No projeto, artista percorre sonoridades do rap, R&B e afrobeat ao lado de convidados como Tássia Reis e Ruas Mc
Amanda Sarmento atravessa ciclos de transformação em “ECLIPSE”, seu álbum de estreia

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Como um fenômeno que encobre a luz sem apagá-la, “ECLIPSE” nasce do encontro entre sombra e transformação. É nesse território que Amanda Sarmento apresenta seu álbum de estreia, disponível em todas as plataformas digitais. Produzido por Iuri Rio Branco, o trabalho reúne 12 faixas que transitam entre rap, R&B, afrobeat, trap música eletrônica, refletindo uma artista que faz da própria travessia emocional matéria-prima para sua criação.

Empresariada pela atriz e amiga de longa data Clara MonekeAmanda apresenta uma obra construída a partir de vivências pessoais, transformações e descobertas. O álbum chega como um retrato de ciclos emocionais, explorando momentos de vulnerabilidade, força, renascimento e autoconhecimento. “O eclipse é um fenômeno que acontece quando algo encobre a luz por um instante, mas sem apagar sua existência. Acho que isso conversa muito com os ciclos emocionais que vivemos. É um trabalho sobre atravessar sombras, se perder, se reencontrar e entender que a própria escuridão também pode revelar coisas sobre quem somos”, explica Amanda.

Divulgação

A construção aconteceu ao longo de meses de composição e pesquisa estética, reunindo músicas escritas em diferentes momentos da vida da artista. Durante o processo, a artista carioca também viveu uma mudança temporária do Rio de Janeiro para São Paulo, experiência que acabou influenciando diretamente a criação do projeto, sobretudo no trabalho ao lado de Rio Branco, finalizando o disco após uma intensa rotina de sessões em estúdio.

Eu me permiti experimentar mais, escrever de forma mais honesta e aprofundar temas que sempre estiveram presentes na minha música, mas que agora aparecem de maneira mais madura. Foi um processo muito intuitivo, mas também muito cuidadoso, em que cada faixa precisou fazer sentido dentro da narrativa maior do projeto”, conta.

Embora percorra diferentes sonoridades, o álbum mantém-se único por meio de uma narrativa emocional que acompanha diversas fases de uma mesma jornada. Além dos singles já lançados, “QUENTE” e “SUBMERSA” — este em parceria com Tássia Reis —, a artista revela outras dez faixas inéditas, entre elas “EU JÁ SOFRI DEMAIS”, ao lado de Ruas Mc, e o interlúdio “CHEGA MAIS PERTO”, que traz a participação de Dona Maria Poeta. Já “OBSESSÃO”, “ME DEIXA LIVRE”, “VC NO PLANTÃO”, “SOUL EU”, “MULHER”, “ASSALTO”, “MANIFESTO” e “EU NÃO LIGO” chegam completando o repertório.

As colaborações foram escolhidas de forma muito cuidadosa e cada uma delas tem um papel importante na construção da obra. Apesar dessa diversidade sonora, tudo está conectado por uma identidade muito forte, tanto na produção quanto na interpretação vocal. Eu queria que cada música representasse uma fase emocional diferente dentro da mesma jornada”, comenta.

O lançamento chega acompanhado de visualizers que contam com direção criativa de Gabe Lima e acompanham todas as faixas. “Esse material expande a experiência audiovisual do disco, pensado para reforçar os conceitos de dualidade, transformação e renascimento”, completa.

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Última atualização em: 25 de junho de 2026 às 12:13

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