Há quatro anos, o catarinense Ryan Fidelis teve a ideia de fazer seu primeiro disco, porém, queria contar uma história e percebeu que ainda não teria como desenvolvê-la da melhor forma. Nascia assim o embrião para o que virou o segundo álbum, “Tons de Marrom”, que já está disponível em todas as plataformas de streaming e tem produção musical do artista junto ao produtor Julio Mossil, mixagem de Duda Raupp e masterização de Vander Carneiro e é uma parceria com o selo Cuervo Musica. O disco também sela a parceria com o projeto AMPLIFIKA, da Spotify Brasil, que o colocou em evidência na Times Square, em Nova York.
“Desde que esse disco surgiu como ideia na minha cabeça, eu já tinha ele como um xodó, assim, né? Então, sempre achei que eu precisava lançar ele no momento certo. Do jeito que ele merecia ser visto. ‘Tons de Marrom’ é uma história. Tipo, vai aparecer um filme sem imagem, basicamente. Pra tu conseguir visualizar uma história, um filme, algo nesse sentido. Só escutando as músicas. Tu consegue entender o começo, o meio e fim de tudo. E, musicalmente, também acho que eu tô muito mais maduro. Nesse sentido, acho que eu consegui potencializar aquilo que eu já fazia. Experimentar um pouco de coisas que eu ainda não tinha experimentado. E… Tudo isso de um jeito que faça sentido dentro do disco”, comenta o artista.
“Tons de Marrom” consolida Ryan como um dos principais destaques da cena do R&B brasileiro e uma revelação do Pop nacional. O álbum chega após o lançamento do disco “ALMA”, de janeiro de 2025, e do EP “Noir”, que saiu em janeiro de 2026, ambos produzidos pelo próprio Ryan em seu home estúdio em Florianópolis e que somam mais de 5 milhões de streams em todas as plataformas digitais.
Como complemento audiovisual, “Tons de Marrom” sai acompanhado de um curta metragem que conta a história do disco, através da relação dos personagens “Rosa Maria”, que também dá nome ao primeiro single lançado, e Caique, interpretados por Wanessa Vieira e Murilo Sousa, respectivamente. A direção é de Thiago Veiga & Gabriel HP, tem concepção do próprio Ryan, com roteiro de Natalia Martins.
O álbum termina com as faixas “Perto de Mim” e “Alto-mar”, que tratam do fim desse relacionamento a dois e do começo de um novo, agora consigo mesmo.
“’Alto-mar’, sem dúvida, é a música que realmente traz de volta essa questão da superação, de tentar sair desse fundo do poço que ele tava ali após todos esses altos e baixos. É o momento que ele volta. É um sentimento meio ‘tá tudo bem, mas ainda não tá, mas vai ficar’, sabe? Tu consegue ver meio que tem uma luz no fim do túnel, já não é só uma escuridão total. Tu consegue ver que agora tu tá num caminho bom, por mais que as coisas ainda não estejam boas, mas tu já sabe que tu tá numa direção certa, pelo menos”, diz Rya
