Mateus Aguiar, cantor e compositor pernambucano de 27 anos, apresenta o álbum “Pleno Desastre”. As canções, que seguem a sonoridade alternativa do rock e do indie, são confissões pessoais, uma amostra do caminho que começa na dor e termina na cura.
Com exceção de “Morto de Primeira”, composição de Mateus Aguiar com Gabriel Fontes, o disco tem composições assinadas em parceria com Álvin Soares, que produziu as nove faixas do trabalho. “Através de uma jornada que vai da autodestruição inicial, os versos passam pelas fugas ilusórias em vícios e amores rápidos, e culmina em uma ‘morte simbólica’ do velho eu, a obra retrata o doloroso processo de reconstruir a própria identidade.”, descreveu o músico nascido em Recife.
“Pleno Desastre” é produto da reconexão de Mateus Aguiar com a música. As circunstancias difíceis o levou, espontaneamente, à criatividade artística, à compor e ao desejo de expô-las.

“Fui escrevendo sobre situações angustiantes pelas quais eu passava. Foi um contexto de bastante vulnerabilidade emocional, dificuldades de lidar comigo mesmo e buscas constantes por conexões ou reconexões. No fim, o tema celebra o despertar da apatia e o retorno ao apoio real, mostrando que, após enfrentar as noites mais sombrias, o eu lírico finalmente encontra as pazes e se sente em casa dentro de si mesmo.”, contou.
O rock e o indie, em suas formas alternativas do início do segundo milênio, guiaram a composição das melodias, a produção dos arranjos e a gravação do disco.
“O álbum consegue flutuar de um rock agressivo a uma indie pop suave e relaxante. De uma forma geral ele é um indie rock, mas explora diversos outras sonoridades como pop, pop rock, emo rock e rock alternativo. São sonoridades intensas, e é possível assimilá-las á álbuns como ‘Anacrônico’ (Pitty), ‘Violeta’ (Terno Rei), “Sonhos que nunca morrem” (Adorável Clichê) e “Coisas Estranhas” (Exclusive Os Cabides).
