Thaís Macedo apresentou ao público nesta quinta-feira (3) o álbum “Do Meu Jeito – Ao Vivo”, terceiro projeto solo da carreira. Gravado no Mirante do Pedrão, um dos cenários mais emblemáticos do Rio de Janeiro, o trabalho reúne 15 faixas entre regravações, músicas inéditas e canções lançadas antecipadamente como singles, além das participações especiais de Ferrugem, Gamadinho e Benzadeus.
O audiovisual completo do projeto chegou ao YouTube ampliando a experiência do público com um registro que traduz toda a atmosfera da gravação. Em um repertório que passeia por diferentes momentos do pagode, a cantora imprime sua personalidade às canções e reforça a identidade artística que dá nome ao projeto. Depois de lançar um primeiro DVD composto por músicas inéditas, Thaís escolheu seguir um caminho diferente em “Do Meu Jeito – Ao Vivo”. O repertório reúne canções que fazem parte da sua memória afetiva e ajudaram a construir sua relação com o gênero, agora revisitadas a partir do seu olhar. Não por acaso, o projeto ganhou esse nome: é a forma que a cantora encontrou de imprimir sua personalidade em músicas que marcaram sua história e apresentar ao público a artista que é hoje.
“Acho que, com o tempo, fui entendendo que eu não precisava fazer diferente de ninguém. Eu precisava fazer do meu jeito. Esse projeto nasce desse lugar, de uma artista que hoje conhece melhor as próprias escolhas e se sente muito mais segura para mostrar quem é através da música”,explica.
Essa proposta também guiou a construção do audiovisual. Da escolha do Mirante do Pedrão ao repertório, passando pela sequência das músicas e pela atmosfera do show, Thaís acompanhou de perto cada etapa da produção para criar um projeto que traduzisse a energia das rodas de pagode cariocas, reunindo amigos, convidados e referências que fazem parte da sua história. Entre os destaques do álbum estão os encontros com Ferrugem, Gamadinho e Benzadeus, artistas que a cantora admira e que ajudam a ampliar a proposta musical do projeto.
“Esse projeto me ensinou muito sobre paciência, fé e resiliência. Hoje, colocar esse álbum no mundo é uma sensação de realização e dever cumprido. É a prova de que, mesmo quando o caminho demora mais do que a gente imagina, vale a pena continuar acreditando”, completa
