“O pagode brasileiro vive uma notável expansão e reconhecimento. Ao mesmo tempo que temos grandes ícones do segmento, como Belo, Thiaguinho, Sorriso Maroto e Péricles, vivendo momentos extraordinários de suas carreiras, assistimos a nova geração, representada por artistas como Dilsinho, Ferrugem e Menos é Mais, alcançando feitos incríveis.”, afirma Andriws Moraes, Sócio-fundador e CEO da GH Music, empresa de produção e gestão artística focada no segmento do pagode. É sob esse olhar que a GH lançou o documentário “GH Music: 10 anos de história” no seu perfil oficial do Instagram.
O capítulo de estreia traz como foco a história do pagode. Nele, importantes nomes do mercado da música dão seus depoimentos sobre a trajetória de expansão e consumo do segmento musical, fazendo uma análise sobre seus pontos fortes e destrinchando atuais dificuldades. Entre eles: Bruno Cardoso, vocalista do Sorriso Maroto; Paulo Junqueiro, Presidente da Sony Music; Marcelo Soares, Presidente da Som Livre; Miguel Cariello, Diretor Geral da Virgin Music Brasil; Lena Pelosi, Gerente de Marketing da Som Livre; Liomar, do grupo Pique Novo; Ricardo Bertozzi, Gerente de Marketing da Sony Music; Fernandinho, da D&E Music; Jaison Vieira, do Grupo Onda, sócio do Menos é Mais; além do próprio Andriws Moraes.

Sobre a virada de chave do gênero, Paulo Junqueiro destaca no documentário que foi no momento de grupos como Só Pra Contrariar, Raça Negra e Negritude Jr. que o estilo foi realmente inventado. “Antes existia samba. Era só samba, tudo era samba. Era uma panela monumental chamada samba.”, diz.
Para o CEO da GH Music, essa fase virtuosa dos grandes artistas, somado a outros feitos, ajudou a consolidar o pagode como um fenômeno cultural que abrange todas as classes sociais e públicos. “Hoje, o pagode não só revive seu auge dos anos 90, mas também aponta para um crescimento exponencial nos próximos anos, refletindo um gênero em constante reinvenção e adaptação às novas tendências do mercado musical”, atesta Andriws.
