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Policial Penal atira em entregador durante discussão em condomínio no Rio após recusa em subir no prédio para fazer entrega

Policial Penal atirar em entregador durante discussão em condomínio no Rio após recusa em subir no prédio para fazer entrega

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 Um policial penal foi identificado como o autor de um disparo contra um motoboy durante uma discussão na portaria de um condomínio de luxo na Taquara, Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, na madrugada da última sexta-feira (30). O caso, registrado em vídeo pelo próprio entregador, está sendo investigado pela 32ª Delegacia de Polícia (DP-Taquara).

O agente, José Rodrigo da Silva Ferrarini, é visto nas imagens, já circulando na internet, portando uma arma de fogo e ordenando que o entregador, Valério Júnior, subisse até seu apartamento para fazer a entrega. Diante da recusa da vítima, que cumpria protocolos do condomínio para deixar encomendas na portaria, Ferrarini efetuou um disparo que atingiu o pé do motoboy. No vídeo, o policial se identifica como morador no momento do crime.

Após o tiro, as imagens mostram o entregador em estado de desespero, gritando por socorro e sendo auxiliado por um homem identificado como Tião. Manchas de sangue são visíveis no chão do local. A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito, e testemunhas estão sendo ouvidas pela polícia.

O caso gerou revolta entre profissionais da categoria. Horas após o incidente, dezenas de entregadores se reuniram em protesto em frente ao condomínio, exigindo justiça e questionando o paradeiro do agente.

De acordo com a Polícia Civil, a arma do agente foi recolhida e será submetida à perícia. “Outras diligências estão em andamento para esclarecer os fatos”, informou a corporação.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que José Rodrigo Ferrarini está na ativa e informou que a Corregedoria da pasta acompanhará o caso junto à delegacia. A Seap ressaltou, no entanto, que “a conduta atribuída ao servidor ocorreu fora do exercício de suas funções”.

O delegado titular da 32ª DP não se pronunciou sobre possíveis mandados ou indicativos de qual crime o agente será acusado, aguardando o andamento dos exames periciais e o depoimento das partes envolvidas.

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Última atualização em: 1 de setembro de 2025 às 12:33

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