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Cinco vagabundas racistas espancam adolescente adepta do candomblé em colégio do Rio

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Um bando de cinco estudantes resolveu transformar o Colégio Estadual Arnoldo Abruzzini da Fonseca, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, num palco de covardia e racismo religioso. No dia 17 de junho, essas miseráveis atacaram uma adolescente praticante de candomblé com socos, chutes e puxões de cabelo, tudo porque a menina ousa ter fé em sua religião de matriz africana.

A 43ª DP, em Guaratiba, investiga o caso, mas essas vagabundas seguem impunes, andando por aí como se nada tivessem feito. A mãe da vítima revelou que a filha já vinha sofrendo perseguição por causa da religião, com discussões constantes e fotos da menina usando roupas de rituais do candomblé circulando em grupos de WhatsApp da escola. Ou seja, o ataque foi premeditado, planejado por essas criaturas que se acham no direito de agredir quem não segue a religião delas.

O exame de corpo delito comprovou as lesões no braço e na coxa da adolescente, mas a violência não para por aí. Essas cinco desgraçadas estão soltas, enquanto a vítima carrega não só as marcas físicas, mas o trauma de ter sido atacada por ser quem é. A polícia diz que trabalha para identificar as agressoras, mas a sociedade não pode esperar. Essas racistas têm que ser responsabilizadas com todo o peso da lei, porque tolerância religiosa não é favor, é direito, e quem ousa violá-lo tem que pagar caro. Que essas vagabundas aprendam que racismo e intolerância são crimes e que, na cadeia, não há religiões que as protejam.

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Última atualização em: 26 de junho de 2026 às 10:28

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